Momentos...
As pessoas mudam...E as suas prioridades também. ;) Eu mudei(evolui) e minhas prioridades também.;))
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Tempo
Houve um tempo em que tudo era motivo de alegria,tempo em que todos eram confiáveis,houve o tempo.
Tempo que não volta mais e tempo em que todos um dia foram...
(...)Foram amigos,confidentes,confiáveis.
Ah,tempo,se tu soubestes como eu era feliz!
Tu passastes tão depressa,levastes contigo todo meu mundo,levastes consigo sentimentos que eu tinha guardado dentro de mim e que hoje procuro e não encontro,levastes consigo meu sorriso,mas também levastes minhas lágrimas.
Queria que voltastes,mas também te quero longe.Não quero mais estes sentimentos unilateral que me fez enxergar aqueles em que um dia acreditei serem meus "amigos",pessoas que eu julgava de caráter impar e honesta.
Com tua ida,percebi que estava só,sempre estive só;mas hoje,me encanto,mesmo chorando por dentro e voltei a confiar cada vez mais com uma pessoa que aprendeu a sorrir mesmo quando a vontade era chorar,que aprendeu a ser forte,quando se sentia fraca,aprendeu a levantar quando tentaram derrubá-la,que aprendeu a exercitar a fé,quando tudo parecia perdido...
Aos poucos a vida vai me mostrando,por quem eu devo lutar e de quem eu devo desistir.
Tempo,tu já tivestes teu tempo,agora é a minha vez.
Eu aprendi a sorrir,porque chorar eu já nasci sabendo.
Tempo,obrigada por me fazer ser o que sou,obrigada por me mostrar gente mentindo quando eu já sei de toda a verdade.
Agora eu digo a ti e a todos que queiram saber e aqueles que fingem não querer saber,me jogue aos lobos,que voltarei liderando a matilha e assim tenho dito,pois tudo que Deus faz,tem um propósito.
By: Shírlley Rodríguez.
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
O que eu não quero pra mim.
Príncipe de brinquedo. Ou qualquer termo artificial que te denomine. Posso agora rir da sua forma pensada de fazer as coisas, como se a vida desse unica e exclusivamente a você o privilegio de ensaiar.
Você, que, não tão diferente de todo o resto das pessoas que me cercam, ainda consegue ser tão você, que me abisma. E isso, de verdade, não é bom.
Talvez Deus tenha te moldado assim, ou talvez, a culpa seja da chata da sua mãe que te criou, que te fez, justamente assim: Irreversível.
Possivelmente, você deva ter parado de ler isso aqui, na segunda frase. Seu lado Pisciano é tanto preguiçoso quanto inseguro. Te apavora o fato de saber que muitas das vezes, te desdenho com tanta força. Você é a preguiça que eu não quero pra mim. Eu sou completa o bastante. Só me admira que apesar de tudo, eu ainda meça as palavras pra falar com você. Receio te magoar, e é por pena. por tantas vezes querer cuidar, e assim, mesmo não querendo, me acostumar.
Você é a preguiça que eu não quero pra mim. Em hipótese alguma, em sã consciência eu aceitaria sentar do seu lado, nesse velho banco do destino, para esperar atitude ou milagre algum, dessa piedosa vida... E o que me intriga é saber que se eu levantar dele, você permanecerá sentado. Por não saber o que fazer, por viver de uma preguiça que te impede de impulsionar o corpo em minha direção.
Você é a distração que eu não quero pra mim. Diversas foram as vezes em que você esquecera casacos e guarda-chuva em minha casa. Maiores mesmo, foram as vezes em que esqueceu de vir buscar. E hoje firmo em meu pensamento que você, esquecido, tão esquecido, só não esqueceu de mim por notar eu ter feito isso primeiro.
Você é a falta de empenho que eu não quero pra mim. Passei meses carregando tijolos e cimento de algo que eu queria construir para nós, nem que fosse no futuro. Me aliviava a ideia de que uma hora. aquilo estaria de pé. Mas, me diz, onde é que já se viu uma mulher carregar tanto peso assim sozinha? Sempre soube da sua falta de cavalheirismo e consequentemente deixei cair, propositalmente, no meio do caminho.
Você é o drama que eu não quero pra mim, e mesmo assim me vi encarregada de assistir essa sua peça falida, esse seu filme mal produzido onde o elenco era você. E você, e depois você, seguidamente acompanhado de: Você. Te assisti sofrer por casos em que lutei para te fazer esquecer e sem que você visse, arrastei-os para debaixo do tapete. Sem que você me impedisse, empurrei esses seus mal resolvidos que te impediam de se entregar pra mim por completo, em um penhasco gigante onde a chance de sobrevivência seria 0.
Me enganei, me assustei ao te ver se jogando junto, batendo de cara com a rocha. E foi aí que entendi, que você não estava disposto a se curar dessa abstinência de passado. Você é a briga que eu não quero pra mim. O engraçado, é estarmos discutindo sobre um relacionamento do qual a gente não tem. Do qual nunca tivemos. Percebi. E errei ao perceber. Eu estava sendo paciente demais, coisa que eu nunca fui. Inaceitavelmente não vi problemas em te esperar. Eu, que via problema em tudo que me ali me mantia parada, resolvi aprender por sua causa, a esperar.
Você é o fingimento que eu não quero pra mim. Suas mãos, desacostumadas a acariciar, não me chamam mais. Não me tocam mais, e não me pedem mais "por favor". Porque você é o erro que eu não quero pra mim. O erro que de tanto eu insistir, eu desisti. De-sis-ti. Daqui até a eternidade. Porque eu sou a atitude que falta em você. Eu sou tudo que você deixou de ser. Mas nem por isso te completo. Não te quero completar...
Não veja necessidade em ameaçar justificar. Abrir a boca e seguidamente fechar. Porque você é a falta de argumentos sólidos que eu não quero pra mim. E não precisa fingir agora que você se importa. Te conheço, raramente se importa.E se se importa, isso não me inclui. E aliás, convenhamos, a boa atriz aqui ainda sou eu. E agora, só para finalizar algo que eu receio ter começado, afirmo para o mundo e assim, para mim mesma: Você é a companhia que o lado esquerdo da minha cama, não quer pra mim.
domingo, 27 de maio de 2012
Um Amor Puro
O que há dentro do meu coração
Eu tenho guardado pra te dar
E todas as horas que o tempo
Tem pra me conceder
São tuas até morrer
E a tua história, eu não sei
Mas me diga só o que for bom
Um amor tão puro que ainda nem sabe
A força que tem
é teu e de mais ninguém
Te adoro em tudo, tudo, tudo
Quero mais que tudo, tudo, tudo
Te amar sem limites
Viver uma grande história
Aqui ou noutro lugar
Que pode ser feio ou bonito
Se nós estivermos juntos
Haverá um céu azul
Um amor puro
Não sabe a força que tem
Meu amor eu juro
Ser teu e de mais ninguém
Um amor puro
Djavan
Eu tenho guardado pra te dar
E todas as horas que o tempo
Tem pra me conceder
São tuas até morrer
E a tua história, eu não sei
Mas me diga só o que for bom
Um amor tão puro que ainda nem sabe
A força que tem
é teu e de mais ninguém
Te adoro em tudo, tudo, tudo
Quero mais que tudo, tudo, tudo
Te amar sem limites
Viver uma grande história
Aqui ou noutro lugar
Que pode ser feio ou bonito
Se nós estivermos juntos
Haverá um céu azul
Um amor puro
Não sabe a força que tem
Meu amor eu juro
Ser teu e de mais ninguém
Um amor puro
Djavan
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Que me protejam...
Talvez esse seja o problema de algumas pessoas, deixarem guardados sentimentos importantes no lado de dentro. É mais simples guardar. O corpo, o físico, é o que, nesse caso, deveria proteger os sentimentos, mas não sei com que eficiência isso acontece, dizem que o amor vem com o tempo, o que facilmente vem com o tempo é o comodismo. Sendo ao contrário, se os sentimentos protegendo nosso corpo, quantas feridas a menos teríamos? Que os sentimentos me protejam, e não eu proteja mais meus sentimentos.
Se a ordem da aproximação, da conquista fosse o conhecer, o tempo, o carinho, a amizade, o saber, se importar, sentir. O sentir… Sentir a saudade, sentir a vontade, a segurança, a confiança, deixar-se primeiro se envolver em sensações não em braços, presenciar, apreciar a timidez na fala no jeito de um olhar, não se deixar levar direto ao olhos fechados em busca de lábios, curtir a expectativa de novas descobertas a cada palavra, ouvir e escutar, observar atentamente a boca que diz, não atropelando a boca que apenas beija. O calor de um toque inocente ao corpo, o frio na barriga de um encontro inesperado, o constrangimento do acaso, a cara de besta, a sensação de ter agido como não deveria. Todos os pensamentos inquietos até quem sabe a proximidade, a intimidade, e finalmente com todas as certezas ao corpo. Gentilezas e mais gentilezas, deixar-se envolver-se em gentilezas, sem melodramas, sem confundir o romance com melosidades dramáticas, o valor dos pequenos gestos, dos cuidados, da importância em atitudes mais duras, até mesmo no amargo, as gentilezas.
É preciso um tempo, dos tempos de se apaixonar, que está passando, o tempo do romance parece que se acabou. O rápido, o fácil, o breve… o amor não deveria ser tão “moderno” primeiro se beija, depois se pergunta o nome. Sentimentos? Sensações? Emoções? O que requer tempo, pelo visto, está perdido no tempo, atropelado num tempo em que o físico, os fáceis e meros prazeres da carne é que estão em primeiro. Não temos tempo para o romance. Não temos tempo a perder, só temos sentimentos. Não, não temos. Tememos.
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